Press Release

Bureau Veritas certifica mais de 60% da produção brasileira de algodão pela tecnologia HVI

16 de Outubro de 2018

Companhia analisa 4,5 milhões de amostras por safra garantindo a qualidade e competitividade do produto.

O Grupo Bureau Veritas, líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC), certifica 4,5 milhões de amostras de algodão por safra no Brasil, o que equivale a mais de 60% da produção nacional. A companhia atende os maiores fabricantes do país pela tecnologia High Volume Instruments (HVI), considerada a mais moderna e precisa do mercado.

A qualidade da fibra é um dos itens mais importantes na comercialização do algodão impactando no preço do produto e na confiabilidade dos produtores, além de indicar o seu melhor uso na indústria têxtil. A classificação visual e a análise por tecnologia com instrumentos de alto padrão são essenciais na avaliação das características do algodão, como o comprimento, espessura, uniformidade, tonalidade, resistência e elasticidade. O Bureau Veritas possui mais de 10 anos de experiência nesse segmento, atuando com quatro laboratórios localizados nas principais zonas produtoras: Roda Velha (BA) e Sapezal, Sorriso e Rondonópolis (MT).

“A análise das fibras é uma das etapas mais importantes do processo de comercialização do algodão, pois a qualidade do produto impacta diretamente no seu valor de mercado e também na gestão e credibilidade das empresas do setor. Aliamos nossa experiência à tecnologia para garantir análises precisas em até 24 horas, o que é um grande diferencial no mercado ao assegurar a agilidade necessária para avaliação dos produtos nas safras”, destaca Eduardo Kuhlmann, diretor da Plataforma Agri&Portuária Latam do Grupo Bureau Veritas.

A classificação das amostras de algodão é realizada em duas etapas distintas. Na fase visual, um profissional especializado avalia o tipo, a tonalidade e a folha da fibra. A segunda etapa utiliza a tecnologia HVI nos processos de analisar, pentear, separar as fibras e identificar os parâmetros do algodão por meio de sensores, aumentando sua precisão e conformidade com os padrões internacionais de classificação. O Bureau Veritas foi pioneiro na utilização da esteira de climatização no mercado, reduzindo o condensamento da amostra de um período tradicional de 24 horas para 20 minutos, mais de 70 vezes mais ágil sem perda de qualidade.

A análise das amostras de fardos segue ainda instruções normativas nacionais e internacionais para padronização, como as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As amostras são colhidas após o processo de beneficiamento, quando as plumas do algodão são separadas em fardos de 200 a 250 quilos. A identificação dos fardos é única, o que permite que as análises sejam individuais, independentemente do volume da safra. Ao final dos processos de análise, a companhia emite um laudo de qualidade com as características da fibra, permitindo a negociação da safra pelo produtor.